domingo, 17 de julho de 2016

17 de Julho - Aniversário de Volta Redonda, POR QUÊ?

Há exatos 62 anos, uma tragédia marcaria por muitas décadas a história de Barra Mansa, e dos povos deste município, a Lei Estadual nº 2185 era sancionada pelo Governador Ernani do Amaral Peixoto, era o fim, um divisor de águas, a consumação da separação, e a alegria dos que se deram bem depois.
Volta Redonda, 8º distrito do Município de Barra Mansa, era separada, após um longo processo cujo fator principal e determinante, foi a ganância, o individualismo, o 'querer se dar bem'. Durante anos, pesquisando este tema, que escuto desde a puerícia - desde tenra idade -, e que também, em todas as famílias antigas da cidade já se falou.
Quando qualquer pessoa vem de fora, e transita por entre Barra Mansa e Volta Redona, em especial pela divisa Leste, nota-se a indagação - 'onde começa uma e termina outra?' Na verdade são a mesma cidade, e o nome técnico para isto é - CONURBAÇÃO.
O que de fato aconteceu, e porque houve a emancipação? Quem saiu favorecido, e quem saiu prejudicado? É inevitável tocar neste tema, quando o assunto é a História de Barra Mansa.
Na verdade, o fato de Volta Redonda, só ter se estabelecido como o oitavo, dos distritos de Barra Mansa, demonstra a pacacidade do lugar, elevado a freguesia somente a 26 de Dezembro de 1890, após os demais - Rialto, Amparo, Quatis, São Joaquim, Falcão, Floriano.
64 anos depois, a separação definitiva, foi um duro golpe na economia barramansense, a cidade foi dividida em duas, os impostos do recém criado município, subiram, muitos lucraram com a criação de loteamentos, suplentes que não tinham voto para se eleger em Barra Mansa, conseguiram se eleger vereadores de Volta Redonda. E meses após a emancipação, a divisa foi alterada, perdemos a CSN.
Se, se, se, nunca saberemos, o que de fato aconteceria SE Volta Redonda não tivesse sido cortada de Barra Mansa, mas podemos imaginar o quão grande e poderosa seria nossa cidade, uma das 50 maiores do Brasil, talvez teríamos, VLT, Aeroporto, não teriamos mais manobras ferroviárias no Centro Histórico, seriamos uma verdadeira potência.
Hoje, temos de dar a VOLTA por cima, superarmos de vez estre trauma, e voltarmos a ser a mais importante cidade da região. Mas quem conhece bem a nossa história sabe, que não deveremos nunca comemorar a emancipação.
Barra Mansa merece de novo o protagonismo, merece ser GRANDE NOVAMENTE!



Fotos - 1 - Aero Clube de BARRA MANSA, (perto da Ilha São João). 2 - Praça Aprígio Cravo no Niterói, construída pela Prefeitura de Barra Mansa. 3 - Pavimentação da Avenida Amaral Peixoto - São João - PMBM - 1952. 3 - Instalação de placa de divisa BM x VR, por Sávio Gama.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

BARRA MANSA - IDEIAS PARA O FUTURO

Nossa cidade, grande e com imensuráveis possibilidades!
A princesa maltratada do Vale do Paraíba,
Querida e luminosa que de longe brilhou e seu brilho tal que atraiu tanta gente para trabalhar e residir em seus vales, meus bisavós do Leste e do Norte, com eles vieram, quão grande era a tua fama, e quão grande o teu nome?
Já foi um dos maiores produtores de CAFÉ do Brasil, na época do Império, e após o declínio do café (1ª Fase Econômica, Agricultura), se reergueu, em suas fazendas desoladas, nova economia socorreu, a sua 2ª Fase Econômica - Pecuária, foi o maior produtor de Leite do Brasil na década de 1930, e simultâneo a isso vieram as grandes indústrias, a partir do memorável ano de 1937 - Nestlé, SBM e Barbará, e após isso a CSN, Dupont e muitas outras - 3ª Fase Ecônomica - Indústria.
Tu que caiu três vezes, duas se levantou e se reergueu, princesa, mimosa e soberba, são poucos os meus versos, são poucas as minhas pesquisas sobre tua história, sobre suas perspectivas e sobre suas potencialidades, se levantará uma terceira vez, e a QUARTA FASE ECONÔMICA VIRÁ, a tecnologia de ponta, uma cidade que emanará conhecimento e ciências. UM DIA, TEU BRASÃO TERÁ ESSE SIMBOLO, junto aos outros três - Agricultura - Pecuária - Indústria - Tecnologia. E dos povos das cidades da região, aquelas gentes quando longe dirão, "eu moro em Volta Redonda, eu moro em Resende, Rio Claro..." e "onde é?" perguntarão! E a resposta, virá então, PERTO DE BARRA MANSA, A GRANDE CIDADE!

MARCELL CASTRO

O terceiro quartel do brasão, representa as três fases
econômicas que Barra Mansa já passou -
AGRICULTURA, PECUÁRIA  e INDÚSTRIA
Simbolizando a TECNOLOGIA


domingo, 26 de junho de 2016

NOSSO PRIMEIRO CENTENÁRIO!

Amigos, todos aqueles aos quais tenho a honra de compartilhar um pouco de minha vida, projetos e ideais aqui no blog, hoje venho escrever uma homenagem muito especial, chegou a época de comemorar! Completar 100 anos é especial para qualquer um, cem anos é muito tempo, não são cem dias, ou cem meses, claro, que é especial, mas não é trivial dizer isso - em uma época em que os valores se perderam em muitos lares.
Comemoramos o primeiro século da chegada dos Pereira Nunes a Barra Mansa, da família de minha avó, vindos de Piraí! Em 1916, MODESTINO PEREIRA NUNES - meu bisavô, primeiro Guarda-Livros de Barra Mansa, profissão equivalente ao moderno contador -, trouxe para morar na Rua São Sebastião, a sua mulher - HORTÊNCIA THEREZA DUPRAT, e seus filhos - Benvinda, Lydia, Nicolau, e Diva. E aqui em Barra Mansa nasceram, meus tios Perpétua, Martinho e Chrysanto, e minha avó Lucilia.
Meu bisavô já prestava seus serviços em Barra Mansa e redondezas - fazendo o percurso se valendo do trem -, desde pelo menos a década anterior, mas o ano do nosso estabelecimento no município, é 1916.
A contabilidade trás o progresso, meu bisavô sempre trabalhou com honestidade, e longanimidade, até como septuagenário. Não o conheci, mas seus valores, caráter e estórias, chegaram a mim pelo meus avós e tios, a sua benevolência não foi esquecida.
Meu bisavô, sulparaibano de origem na nobreza do império - e mais remotamente na família real portuguesa -, e minha bisavó parda, descendente de franceses e de índios da terra, de São João Marcos - RJ.
Em uma época de preconceitos, tiveram como genro a meu - Tio Neves - e uma cunhada também - Tia Rita de Cássia -, negros. Quebrando paradigmas e discriminações.
Neste cem anos, exercemos profissões das mais variadas, e sempre tivemos como marca o amor a nossa cidade.
Barra Mansa faz parte de nossa história, de nossas vidas, estamos já na sexta geração nessa cidade. E se tem algo que nos tira do sério, e quando falam mal de nossa Barra Mansa.
A data exata da chegada da minha família é incerta, mas essa semana foi escolhida, pelo anúncio de meu bisavô Modestino no Jornal 'A Gazetinha', de Junho de 1916.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

VEM PRA RUA BARRA MANSA!

Operação tchau querida - Semifinal - 

Câmara dos Deputados X Comunistas

PROGRAMAÇÃO DE BARRA MANSA

Sexta-Feira - 15 de Abril - Panfletagem o dia todo, montagem de tenda na Praça Ponce de Leon, em frente a Igreja Matriz;

Sábado - 16 de Abril - 
9h - Panfletagem começando em frente ao Bramil na Avenida Domingos Mariano;


15h - Concentração na Av. Presidente Vargas, atrás da Câmara Municipal para a CARREATA DO IMPEACHMENT;

Domingo - 17 de Abril - 14h - Praça das Nações Unidas - Ano Bom - A população de bem de Barra Mansa, correrá em massa para assistir AO VIVO, a votação do Impeachment na Câmara dos Deputados. DIA DE GRANDE FESTA POPULAR!


BARRA MANSA JUNTO COM O BRASIL - CONTRA O PT, CONTRA O COMUNISMO!
#VEMPRARUA

sábado, 9 de abril de 2016

Homenagem Pública ao Prefeito Luiz Amaral

Luiz Amaral - 13/11/2014 - Na solenidade de colocação do letreiro com seu nome
no Paço Municipal (Centro Administrativo Prefeito Luiz Amaral) - Foto - Cris Oliveira.
      Barra Mansa e região estão de luto, uma das suas maiores personalidades - talvez a maior -, nos deixou na madrugada desta quinta-feira, dia 7 de abril de 2016. Luiz Carlos Suckow Ferreira do Amaral, Professor Luizinho, o Homem de Branco, faltam palavras para expressar a importância que ele representou para a nossa cidade, professor de milhares, grande líder político - recordista em mandatos na prefeitura, feitor de obras marcantes, sem as quais Barra Mansa estaria muito mais atrasada no tempo -, chefe partidário, renomado advogado criminalista, contador de 'causos', homem de família.
     O Homem de Branco, gravou a sua passagem como ninguém fez, como seu filho disse em discurso emocionado durante as suas exéquias, ele foi sinônimo de Barra Mansa, dedicou a sua vida inteira em benefício de nossa cidade, trabalhou desde 10 anos de idade, e foi até o fim, até o último dia.

     Conheci Luiz Amaral, quando eu estava no início de minha carreira política, próximo ao ano de 2008, em que concorri pela primeira vez ao cargo de vereador. Era comum vê-lo sentado na parte da Rua Duque de Caxias, que é fechada para o tráfego de carros. Dizia ele que iria votar em mim, mas logo mais disse que não poderia fazer porque era do PSDB, e eu concorria pelo PMDB.
     Desde então foram muitos os convites para eu fazer parte de sua agremiação, com o passar do tempo, entre diversos eventos políticos que participamos, nos tornamos amigos. Era fácil encontrar com ele pelas ruas do Centro de Barra Mansa, e por vezes parava para me aconselhar com ele, para ouvir as suas histórias, ele comentava comigo de minha candidatura a prefeito, e brincava que formaria chapa com ele.
     Em 2015, ano seguinte as eleições presidenciais, me filiei ao PSDB, aceitando o seu convite. Em 2014 participei ativamente da campanha de Aécio Neves - do seu partido -, inclusive discursei em carreatas, e fiz panfletagem. Porém logo depois, por divergências relacionadas a candidatura a prefeito, deixei a legenda.

     Minha mãe foi sua aluna, e eu conheço a sua neta Paula, desde a infância, quando estudamos no Colégio Verbo Divino. 

     Nos últimos tempos, estive com ele algumas vezes para o meu projeto, de escrever a história dos prefeitos de Barra Mansa, e cheguei a gravar duas entrevistas com ele. Iria fazer mais, porém não tive tempo.
     A última vez que estive com ele, foi em uma noite no Restaurante Árabe, no Ano Bom, esquina da Rua Abdo Felipe com Maria Luiza Gonzaga, há poucos dias, ele me convidou para escrever a sua biografia, fato que me encheu de emoção e grande honra.
     Assim espero, tenho o desejo de lançar meu primeiro livro, sobre a sua trajetória.

     Minhas condolências à sua família, pessoas do bem, que eu gosto muito, e que certamente honrarão e perpetuarão o nome de LUIZ AMARAL, um dos maiores barramansenses de todos os tempos.
     Todos os barramansenses devem gratidão, aquele que proporcionou grandes avanços a este promissor recanto do Brasil!

     Para conhecer mais sobre a sua história, acesse a ligação: 'Prefeitos de Barra Mansa' neste blogue.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Homenagem a Bárbara Lis Curty


"Sua lembrança é doce, suas risadas, seu inesquecível sotaque carioca. Dela só alegria, só coisas boas, paz, simpatia, beleza, tranquilidade. De presença suave e agradável. Em nossos corações e de todos aqueles que tiveram o prazer de com ela conviverem. O que vale na vida é o amor, o mais sublime dos sentimentos, só devemos fazer o bem, uns aos outros, dinheiro, bens matérias, não importam. O que importa são as pessoas que gostamos. A chamava de 'Princesa Kate'! Minha amiga, só lembranças boas, assim me lembrarei."

Bárbara Lis Curty, filha de Paulo Érico Curty, e de Dona Teresa Lucas Curty, formada em Direito, em 2014, no UBM.
Nos deixou em 17/02/2016, vítima de trombose seguida de embolia pulmonar.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Conheça Marcell Castro

Atualizado em 24/10/2018.

MARCELL CASTRO Vereador de Barra Mansa - RJ, nasceu no município em 1988.


Membro da 4ª geração da família Pereira Nunes em Barra Mansa, família de origem no município de Paraíba do Sul.
Seus bisavós Modestino Pereira Nunes e Hortência Thereza Duprat chegaram em Barra Mansa por volta do ano de 1916, vindos da cidade vizinha de Piraí.
Modestino Pereira Nunes era guarda-livros, profissão hoje equivalente a contador, e é considerado o 1º da cidade.


Criado pelos avós, estudou todo o Ensino Fundamental no Colégio Verbo Divino, com a exceção de um ano na antiga SABEC.


No Ensino Médio estudou na Escola Técnica Pandiá Calógeras e no Colégio Acae, na vizinha Volta Redonda.

Desde quando estudava no Verbo, já interessava-se por política, tomando a frente de questões de sua turma, nessa época já queria ser candidato quando tivesse a idade mínima para se-lo, isso ocorreu mais tarde em 2008...

Na adolescência integrou equipes de ciclismo, e percorreu grande parte da cidade, realizando trilhas nos distritos.
Colégio Verbo Divino

As desigualdades entre os bairros, a perda de liderança regional de Barra Mansa - produto de um processo de décadas; o desejo de melhorar a nossa cidade e lutar pelos menos favorecidos, a história, as potencialidades de Barra Mansa, entre muitos outros fatores, faz que Marcell Castro ingresse na política.

Em 11 de fevereiro de 2006, realiza a sua 1ª inauguração.
Conquista também entre outras coisas a construção de uma praça na Travessa José Pinheiro no seu bairro.

Ciclismo - Visita ao distrito de Amparo
em 17/08/2003
Também começa a dedicar-se a movimentos culturais da cidade.


Em setembro de 2006 tornou-se evangélico, e em outubro, entra para a Igreja Cristã Maranata.

Em 25 de Novembro de 2007 foi batizado nas águas do lugar chamado "Maanaim de Queluz" - SP próximo a divisa de Resende.

Em 2008 começa a vida universitária, Marcell Castro inicia os estudos no Curso de Administração na Universidade Estácio de Sá em Resende, e no segundo semestre, transfere-se para o UBM.

Queluz - 25/11/2007
Foi convidado a se candidatar a vereador, pelo historiador Dr. Alan Carlos Rocha, porém por questões partidárias, aceita o convite de Lúcio Teixeira e Roosevelt Brasil, e vai para o PMDB, lançando-se pela 1ª vez em 2008, com dezenove para vinte anos, conquistou 355 votos. Seu jingle foi: "Eu digo 15 9 15, Marcell Castro deixa o jovem trabalhar... Barra Mansa não aguenta mais, chega dos mesmos, em toda eleição, é hora de renovar, vamos mostrar, que o jovem é capaz...". (Ritmo: rock).


Em maio de 2011 lança-se candidato a Presidente do Diretório Central dos Estudantes do UBM, e com uma equipe coesa e propostas inovadoras, é eleito com 488 votos pela Chapa Transparência e Ficha Limpa. Representou por um ano aos quase 6 mil estudantes de todos os cursos da graduação a pós-graduação do UBM.
Comício da Vila Independência, com
Roosevelt Brasil, Sônia Coutinho 

- Setembro de 2008

Forma-se em Julho de 2012, e por ocasião do seu egresso do UBM, seu amigo, Junio Lacerda então vice, assume a presidência.

Após formar-se em Administração, em 2012 é novamente candidato a vereador - d'esta vez pelo PSDC -, Conquistou 515 votos, e 60ª lugar, de um total de mais de 350 candidatos. Seu jingle foi: "Chegou a hora de Marcell Castro, Barra Mansa não pode esperar, chegou a hora d'este grande salto, vou deixar o jovem trabalhar, chegou a hora de ficar mais forte, de fazer justiça e crescer muito mais, chegou a hora de Marcell Castro, é 27027..." (Ritmo: pop).

Em 2013, recomeço, retorna em 18 de fevereiro ao UBM, onde inicia o seu segundo curso universitário - Direito.

Em 2016, chegou a marca - seis vezes representante de turma (cinco da turma B, e uma vez da turma A), também já foi representante de colegiado do curso de Direito, e membro do Conselho Superior Universitário, e do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão do UBM.

Em 16 de Agosto, é novamente candidato a vereador, a terceira consecutiva - disputou a todas as eleições municipais que teve idade para concorrer -, d'essa vez pelo PTB -, conquistou expressivos 1882 votos, e foi o 4º candidato a vereador mais votado da cidade - 458 concorrentes -, o 3º mais votado entre os que ganharam, e o 1º mais votado entre os 14 novos vereadores para a 49ª Legislatura (2017 - 2020) da Câmara Municipal de Barra Mansa.
Sua marcante frase - "AGORA VAI!" se popularizou por muitas partes do município.
Seu jingle gravado pela equipe de Emanuel Domingues, e o cantor Peter, da dupla Peter e Alan, foi:
"Barra Mansa é o meu amor, e Marcell Castro é o meu vereador, 
Barra Mansa é o meu amor, 14 014 voto pra vereador (bis)

Essa canção vem do coração, é um rumo novo, a voz do nosso povo, 
14 014 é a esperança, Marcell Castro agora vai, avança Barra Mansa!

Barra Mansa é o meu amor, e Marcell Castro é o meu vereador, 
Barra Mansa é o meu amor, 14 014 voto pra vereador (bis)

Essa canção vem de todo lado, Barra Mansa cantando, junto com Marcell Castro,
Essa canção vem de todo lado, 14 014 eu voto Marcell Castro!
Colação de Grau em Administração
Agosto de 2012 - Cicuta

Barra Mansa é o nosso amor, e Marcell Castro é o nosso vereador, 
Barra Mansa é o nosso amor, 14 014 voto pra vereador (bis)..." (Ritmo: pop romántico).


  Forma-se novamente, dessa vez em Direito, em dezembro de 2017. Sua inédita monografia "Tópicos Sobre as Divisas Intermunicipais no Estado do Rio de Janeiro, e sua Competência Administrativa e Legislativa" é indicada a publicação em revista científica

  Jovem idealista, com inúmeros projetos, acredita que com suas ideias, e ações pode fazer que Barra Mansa retome a liderança, prestígio e o “status” que dispunha entre a 2ª metade do século XIX e 1ª metade do XX. Discorda do fato de seu município ter perdido os distritos de Volta Redonda, Quatis, Ribeirão de São Joaquim e Falcão.
Colação de Grau em Direito
fevereiro 2018 - Ilha São João


Interessado por cultura, e pelas artes, é autor de poemas que exaltam as belezas de Barra Mansa.

Participa com regularidade de atividades culturais da sociedade barramansense, com maior frequência no Grêmio Barramansense de Letras e na Academia Barramansense de História.

Interessa-se pelo desenvolvimento de Barra Mansa em todas as áreas, social, cultural, comercial, industrial...
E levar mais honestidade, benevolência, cultura e ética à política.

Na atualidade está em seu 1º mandato de vereador, sendo presidente da Comissão Parlamentar de Indústria, Comércio, Turismo e Desenvolvimento Econômico, e membro da Comissão Parlamentar de Obras, Serviços Públicos e Meio Ambiente.










Galeria de Fotos:

Visita a Assembleia Legislativa do RJ - 18/08/2009
Entrevista ao Comunicador Uiara Araújo em Outubro de 2009, Poema "O Centésimo Septuagésimo Sétimo" - (Poema em 177 palavras pelo 177º Aniversário de Barra Mansa) - Rádio do Comércio
 
Visita a obras no UBM, quando era Presidente do Novo Diretório Central dos Estudantes - 4 de Janeiro de 2012
 
Fotos para Formatura - (Fotógrafo - Fábio Floriano)

Praça dos Três Poderes - Brasília
Portal de Paraíba do Sul

Origens:

Marcell Castro faz parte da 22ª geração do ilustre Dom Afonso Sanches, filho bastardo e legitimado de SM Dom Dinis, o 6º Rei de Portugal, com Dona Aldonça Rodrigues Talha.
Mordomo-Mór do reino, trovador e homem de grandes virtudes, teve de abandonar o reino por imposição do cruel Afonso IV, seu irmão - filho legítimo de Dom Dinis.

Entre seus antepassados merecem destaque também:

Modestino Pereira Nunes - (bisavô) - Primeiro contador de Barra Mansa;
Ignácio Pereira Nunes - (tetravô), comendador da Ordem de Cristo, agraciado por Dom Pedro II;
Bento Borges de Araújo - (pentavô) Alferes em Paraíba do Sul, viveu nos séculos XVIII e XIX;
Vasco Fernandes Coutinho - Capitão Donatário da Capitania Hereditária do Espírito Santo, fundou as cidades de Vila Velha e Vitória;
A rainha Dona Leonor Teles de Menezes;
O rei de Leão Castela Dom Afonso X, o sábio;
Dom Afonso Henriques (Primeiro Rei de Portugal);
o rei Guilherme I da Inglaterra;
o imperador Carlos Magno e o misterioso Aka Makhir, judeu, nascido no Iraque em 715, e descendente direito do rei David, a qual se mudou para a corte francesa a convite do rei dos francos.


Pereira Nunes de Paraíba do Sul

Duprat de Piraí; Vasconellos e Borges de Araújo de Paraíba do Sul; Nunes da Silva do Rio de Janeiro;

Fonseca Moraes de Bernardo da Fonseca Moraes, imigrante português estabeleceu-se em Sebollas no século XIX, distrito de Paraíba do Sul.

Silva, Castro, Ballico e Amaral de Perdões-MG; Soares, Castro e Resende de Candeias-MG.

Lopes de Abreu de Bento José Lopes de Abreu, natural de Ponte da Barca,
Minho, Portugal, foi gerente da Cia Agrícola e Industrial de Minas Gerais, em Ribeirão Vermelho-MG.


Paterna: Souza, Medeiros, Dias, Vital, Oliveira, Alves e Lugon, de Divino-MG.
Seu trisavô paterno - José Elias Lugon, é descendente de suíços.

Origens de Marcell Castro

Atualizado em 23/10/2018
Essa página mostra um pouco sobre alguns dos antepassados de Marcell Castro, aos quais foram importantes para a história de Barra Mansa, do Vale do Paraíba Fluminense, da Região do Campo das Vertentes de Minas Gerais, do Estado do Espírito Santo, do Brasil, de Portugal, e dos reinos medievais vizinhos - Castela, Leão, Aragão, Condado de Barcelona...


Pirahy - fonte - brevescafe.net/memoriasdepirai.html
Marcell Castro é nascido e criado em Barra Mansa, e sua família está em nossa cidade desde 1916, quando os seus bisavôs Modestino Pereira Nunes e Hortência Thereza Duprat vieram da vizinha Piraí;

Descendente de cafeicultores do município de Paraíba do Sul-RJ - famílias: Pereira Nunes, Fonseca Moraes e Borges de Araújo;
E de músicos de Perdões de Lavras-MG - família Castro.

É tetraneto do Comendador Ignácio Pereira Nunes;

É pentaneto de Bento Borges de Araújo, da descendência da família real portuguesa;

Av. Domingos Mariano -
Barra Mansa - 1937 - Acervo ABH
Marcell Castro é membro da 15ª geração de Vasco Fernandes Coutinho (1º Capitão Donatário da Capitania Hereditária do Espírito Santo, fundador de Vila Velha e de Vitória);

Da 23ª geração do Rei de Portugal Dom Dinis I, e por ele descende de Afonso X, o sábio, rei de Castela, do rei Dom Afonso Henriques de Portugal; da Rainha de Aragão Dona Petronila; do Conde de Barcelona Ramon Berenguer IV; de Henrique II rei da Inglaterra, e do herói Rodrigo Diaz de Vivar - El Cid Campeador.
Também descende da rainha Dona Leonor Teles de Meneses, e do seu primeiro marido João Lourenço da Cunha.
Séculos atrás, também são seus antepassados, o Imperador Carlos Magno, o misterioso judeu babilônico Aka Makhir, da casa do Rei David da Bíblia.

A seguir, alguns antepassados de destaque de Marcell Castro:

Modestino Pereira Nunes - Acervo Deonil da Costa


Família Pereira Nunes - As origens da família, até o século VIII - 

MODESTINO PEREIRA NUNES     
     Bisavô de Marcell Castro, Primeiro Guarda-Livros de Barra Mansa (profissão hoje chamada de contador). Nasceu em 21 de Março de 1861 em Parahyba do Sul, filho de Jacintho Pereira Nunes e Dona Perpétua da Fonseca Moraes, cresceu em Paraíba do Sul, morou também em Rio das Flores, Piraí, “Mundo Novo” talvez em Três Ilhas, distrito do atual Município de Belmiro Braga - MG onde foi proprietário junto com o irmão Alexandre Pereira Nunes e mais alguns sócios de uma estafeta.     Depois morou com a família em Porto das Flores (distrito de Rio das Flores atual Manuel Duarte), lá exerceu em 1907 o cargo de 3º Juiz de Paz. Antes de vir a Barra Mansa, morou em Pirahy, terra de sua mulher Hortência Thereza Duprat onde nasceram os primeiros filhos.
     Em 1916 já estava em Barra Mansa.

Dr. Antonio Jacintho Pereira Nunes
Acervo - D.Ilva Nunes Ferreira da Silva
ANTONIO JACINTHO PEREIRA NUNES
     Tio-Bisavô de Marcell Castro. Nasceu em 10 de Setembro de 1851 em Parahyba do Sul, irmão de Modestino, estudou no renomado Colégio do Santuário da Serra da Caraça em Minas Gerais, e depois foi à Salvador, onde estudou na famosa Faculdade de Medicina da Bahia, formado em 1884.
     Famoso médico, inventou e patenteou a aplicação do vegetal Vittis Nili ao tratamento da beri-beri.
     Nas eleições de 1902 concorreu à Vice-Presidente da República.
     Foi também em 1913 delegado de higiene em Rio das Flores, residiu em Porto das Flores, e por último estabeleceu-se em Juiz de Fora, onde cuidou de suas irmãs e sobrinhos.
     Foi casado duas vezes, a primeira com sua prima Philomena Reiz Pereira Nunes, a qual gerou aos filhos: Estela, Clóvis, Nilo, Gilberto, Clotilde; do segundo casamento com Rita de Cássia Ferreira foi pai de Maria Clara. Teve também um filho natural em Rio das Flores, chamado Mário.



JACINTHO PEREIRA NUNES
     Trisavô de Marcell Castro, nascido por volta de 1819 em Parahyba do Sul, filho de Dona Leocádia e do Comendador Ignácio Pereira Nunes. Seu avô Bento Borges de Araújo é heptaneto de Vasco Fernandes Coutinho, listado a seguir.
Sebollas - Terra dos Fonseca Moraes
     Jacintho era cafeicultor e além de Parahyba do Sul residiu também em Valença e Pirahy.
     Casou-se com Dona Perpétua Joaquina da Fonseca Moraes, filha do cafeicultor Bernardo da Fonseca Moraes, nascido em Portugal, e morador em Sebollas - atual inconfidência - Distrito de Paraíba do Sul.
     Foram pais de: Augusto, Ernestina, Antonio Jacintho, Jacintho, Presciliana, Modestino, Leocádia, Lydia, Alexandre, Maria, e Izabel.
Perpétua Pereira Nunes, e seus filhos: Ernestina, Alexandre, Maria, Antonio Jacintho e Presciliana; netos: Clovis, Nilo, Clotilde e Maria Clara, e a nora Rita - Acervo de Dona Ilva Nunes Ferreira da Silva.

BARÃO DE SÃO CARLOS - CARLOS PEREIRA NUNES
Coroa de Barão
     Tio-Trisavô de Marcell Castro. Filho do Comendador Ignácio Pereira Nunes e de Maria Luísa Gomes. Nasceu por volta de 1804, Carlos Pereira Nunes foi muito destacado em Parahyba do Sul, foi Comendador da Imperial Ordem da Rosa, era cafeicultor, e em 1877 recebeu o título de Barão. 
Segundo Pedro Gomes da Silva, "fez doações à Casa de Caridade de Paraíba do Sul, e à Sociedade de Beneficência Portuguesa no Rio de Janeiro, custeando as despesas do hospital dois meses".
Casado com Dona Florinda do Couto Nunes, foi pai de dez filhos: José Carlos, Olympia, Antônio Carlos, Joaquim Carlos, Izabel, Christovão, Balbina, Cornélio, Carlos e João Carlos.



BARÃO DO RIO DO OURO - DR. BRÁS PEREIRA NUNES
    Tio-Trisavô de Marcell Castro. Filho do Comendador Ignácio Pereira Nunes e de Dona Leocádia Pereira Nunes. Nasceu por volta de 1820, dentre seus irmãos foi o que mais se distinguiu nos estudos, se formou em São Paulo, e exerceu diversos cargos em Parahyba do Sul. gostava muito de caçadas.
Era amigo do Conselheiro Saraiva. Em 1881 recebeu o título de Barão. Teve diversos filhos naturais.

Barão do Rio do Ouro - Pintura existente na
Sala de Jantar da Fazenda Bonsucesso

COMENDADOR IGNÁCIO PEREIRA NUNES
     Tetravô de Marcell Castro. Nascido por volta de 1767 na cidade do Rio de Janeiro, batizado na freguesia de Inhaúma, filho de Antônio Nunes da Silva e de Anna Pereira Nunes.
Casado em primeiras núpcias com Maria Luisa Gomes (falecida em 1816), teve onze filhos, das quais sete sobreviveram:
Reginaldo, Anna, Maria, José Ignácio, Carlos, Bárbara, Antonio.

     No início do século XIX, ou fim do XVIII, subiu a serra, e veio a habitar nos termos de Paty do Alferes, na então freguesia de Parahyba do Sul.
Pedra Monte Cristo na Serra das Abóboras
Se casou em segundas núpcias com Leocádia Borges de Araújo, filha de Bento Borges de Araújo e Dona Maria Joaquina Vasconcellos em 1817, gerando os filhos:
Marianna, Jacintho, Braz, Victório, Thereza, Clara, Emydgio, Innocencia.

     Conta-se que era pobre, e exercia o ofício de ferreiro, dos seus começos no bairro do Inema, em Parahyba do Sul, segundo Pedro Gomes da Silva, tornou-se fazendeiro e proprietário de uma fábrica de tijolos para construção, e "aos poucos foi adquirindo terras na Serra das Abóboras"(serra entre o Rio Paraíba e o Rio Preto na divisa com Minas).

Comenda da Ordem de Cristo
     Homem de grande prestígio, forte, e corajoso, tornou-se com o passar do tempo uma das pessoas mais importantes e afamadas do Vale do Café. As suas fazendas multiplicaram-se, dentro do seu patrimônio estavam localizadas as pedras Monte Christo, e a lendária Menina (pontos mais elevados da Serra), o seu crescimento é devido em parte ao casamento com Dona Leocádia, e também ao episódio da Revolução Liberal de 1842, a qual prestou auxílio à tropa legal do então Barão de Caxias (Luís Alves de Lima e Silva), e por isso foi condecorado por S.M. Dom Pedro II com a Comenda da Ordem de Cristo, e dessa data em diante, passa a ser conhecido
 como Commendador Ignácio Pereira Nunes, "senhor de muitos haveres".


Também foi Oficial da Ordem da Rosa;
Parahyba do Sul em 1861
Benemérito, contribui com subscrições mensais ao aumento da Marinha de Guerra do Império em 1823, para a demarcação dos limites do recém fundado Município de Parahyba do Sul, e para ajudar aos pobres do seu município.




VASCO FERNANDES COUTINHO - Primeiro Capitão Donatário do Espírito Santo    
Vasco Fernandes Coutinho 
pelo artista capixaba 
Jeferson de Oliveira
 Antepassado em 15 gerações de Marcell Castro, (octavô de Dona Leocádia). Fidalgo do Reino de Portugal, filho de Dom Jorge de Mello e de Dona Branca Coutinho, hexaneto de Dom Afonso Sanches - filho bastardo, porém o favorito de Dom Dinis I, que mais tarde o legitimou -, Vasco Fernandes Coutinho, é dito que nasceu em 1490 em Serpa, Portugal. Valente e aventureiro, serviu El-Rey em Gôa e Malaca, sendo discípulo do grande Dom Affonso de Albuquerque (Vice-Rei da Índia Portuguesa). Tamanho são seus feitos, que a 1 de Junho de 1534 foi agraciado pelo rei Dom João III, com uma da 15 capitanias hereditárias que o Brasil fora dividido, tão logo cruzou o mar oceano e civilizou o Espírito Santo, fundou as suas primeiras vilas: Vila Velha e Vitória.

     Casado com Dona Ana Vaz de Almada, pais de Dona Catarina de Melo Coutinho - casada com Manuel Fernandes, pais de Maria Coutinho de Melo - casada com Marcos de Azeredo, o Velho (descendente de Fernando I - Rei de Leão e Castela), pais de Isabel de Azeredo Coutinho - casada com Antônio Pacheco Calheiros, que do Espírito Santo veio ao Rio de Janeiro - vereador em 1619, pais de Joana Coutinho casada com Francisco de Macedo Viegas, pais de Lucrécia Viegas Coutinho (nascida por volta de 1645) - casada com o Capitão Bento Borges de Araújo, o Velho, pais de Bento Borges de Araújo (filho), pai de Bento Borges de Araújo (neto) - Capitão de Ordenanças da Capitania do Rio de Janeiro, pai de Bento Borges de Araújo (bisneto) - Alferes, que foi de Inhomirim (na atual Magé) á Parahyba do Sul, e em 1823 arrendou a Fazenda do Governo. Este Bento Borges de Araújo é pai de Leocádia Borges de Araújo, casada com o Comendador Ignácio Pereira Nunes - tetravós de Marcell Castro.

DOM AFONSO SANCHES
Dom Afonso Sanches
por António Holanda
     Antepassado há 19 gerações de Modestino Pereira Nunes, (hexavô de Vasco Fernandes Coutinho), Dom Afonso nasceu em Cerva - Trás-os-Montes em 24 de Maio de 1289, filho bastardo de Dom Dinis I (o sexto rei de Portugal), com Dona Aldonça Rodrigues Talha.
     Homem hábil de grande talento, na política e nas letras, foi assim como o pai, um grande trovador, na atualidade nos chegaram alguns de seus poemas.
     Foi legitimado pelo rei em 1304.
     Foi educado na corte, junto aos filhos legítimos e bastardos do rei, chamado pela Rainha Isabel de Aragão (esposa de Dom Dinis).
     O Rei tinha por ele uma grande predileção, e o nome-ou Mordomo-Mór do Reino, (cargo que era a uma espécie de primeiro-ministro).
     Essa predileção, e esse talento, provocaram os protestos do seu irmão, o futuro Afonso IV, filho legítimo de Dom Dinis. O herdeiro, temia perder a herança para seu irmão Afonso Sanches, o que 
causou uma guerra civil.
     Afonso Sanches foi exilado no Reino de Castela.
     Foi casado com Dona Teresa Teles de Meneses - filha do Conde de Barcelos João Afonso Teles de Meneses e de Teresa Sanches - filha bastarda do Rei de Castela Dom Sancho IV.
     O trovador Dom Afonso Sanches foi pai do famoso guerreiro João Afonso de Albuquerque, que ganhou fama nas lutas contra o rei de Castela - Pedro, o cruel.



DOM DINIS I , o Lavrador - REI DE PORTUGAL E DOS ALGARVES
Rei Dom Dinis I
       Antepassado há 20 gerações de Modestino Pereira Nunes, Dom Dinis também alcunhado de Rei-Poeta, nasceu em Santarém em 9 de Outubro de 1261, filho do rei Dom Afonso III, e da infanta Dona Beatriz de Castela, subiu ao trono com 17 anos, foi o 6º Rei de Portugal. Casou com a infanta Isabel de Aragão, - a qual foi chamada de a Rainha Santa -, da qual teve os filhos Afonso IV, e Constança (casada com o rei Fernando IV de Leão e Castela).
     Dom Dinis teve muitos outros filhos fora do casamento, mas dentre todos, o que mais gostava era Dom Afonso Sanches.
     Um dos reinados mais profícuos da história lusitana, foi ele quem assinou em 1297 o célebre Tratado de Alcanizes, a qual definiu as fronteiras com Castela, e d'aquela época até a atualidade, pouco se mudou das fronteiras portuguesas.
     Criou a primeira universidade do reino (Universidade de Coimbra), a qual tinha as faculdades de Artes, Direito Canônico, Direito Civil e Medicina. Tornou a língua portuguesa oficial no reino. Abrigou os cavaleiros templários, na recém fundada Ordem de Cristo. Ampliou o pinhal de Leiria, plantado por seu pai, a qual forneceu no futuro madeira para os navios dos descobrimentos portugueses.
     Poeta como seu avô Alfonso X rei de Castela. deixou largo espólio literário que chegaram a atualidade.

ALFONSO X, El Sábio - REI DE CASTELA, E LEÃO
     Antepassado há 22 gerações de Modestino Pereira Nunes; avô materno de Dom Dinis; filho do rei Fernando III de Castela e Leão e Beatriz da Suábia. Afonso X era também trineto de Dom Afonso Henriques.
     Nasceu em 23 de Novembro de 1221 em Toledo. Empreendeu grandes feitos na reconquista da Península Ibérica, foi poeta, jurista, astrônomo. Promoveu o Castelhano à língua oficial do reino, em sua corte em Toledo, conviviam poetas, cientistas, músicos, judeus, árabes e cristãos. Impulsionou a Escola de Tradutores de Toledo. Promoveu a feitura da História da Espanha, e História Universal. No direito instituiu as famosas LIBRO DE LAS LEYES, ou SIETE PARTIDAS, conjunto legislativo composto por grandes juristas da época, e dirigidos pessoalmente pelo rei, e que tinha por objetivo dar uniformidade jurídica no seu reino.
      

AFONSO HENRIQUES - 1º REI DE PORTUGAL
Rei Dom Afonso I
     Antepassado há 24 gerações de Modestino Pereira Nunes; trisavô de Dom Dinis. Dom Afonso I nasceu em Guimarães ou Viseu, por volta de 1109, filho de Dom Henrique - Conde do Condado Portucalense - e de Dona Teresa de Leão. Dona Teresa é filha bastarda do Rei de Leão Afonso VI, a qual presenteou o genro com a criação do Condado Portucalense - semente do futuro Reino de Portugal -, o condado era uma faixa de terra entre os rios Douro e Minho.
     O seu pai - Dom Henrique de Borgonha é bisneto do rei da França Roberto II. 
     Governou Portugal após a batalha de São Mamede, episódio fundamental para a independência do novo país. Em 1143 seu primo - Afonso VII (neto de Afonso VI), novo rei de Leão, no Tratado de Zamora reconheceu a independência lusitana.
     Casado com Dona Mafalda de Sabóia, governou Portugal por 57 anos, conquistou várias cidades vencendo os sarracenos, incluso Lisboa. Foi sucedido pelo filho Dom Sancho I. Dom Afonso Henriques foi um grande guerreiro, político e estrategista, Portugal deve a ele a sua existência como nação.
     Também é antepassado em 27 gerações dos jovens príncipes brasileiros: Dom Rafael Antonio, e Maria Gabriela de Orleans e Bragança.





RAMON BERENGUER III - CONDE DE BARCELONA, de Girona, de Osona, de Besalú, da Cerdanha e da Provença
Conde Ramón Berenguer III
Pintura de Mariano Fortuny
     Antepassado na 25ª geração de Modestino Pereira Nunes; Ramon Berenguer III (Raimundo Berengário III) é tetravô do Rei Dom Dinis.
Nasceu em Rodes, França, em 11 de Novembro de 1082, filho do Conde Ramon Berenguer II e de Dona Matilde da Apúlia.
     O episódio lendário  de sua coroação foi encenado no filme "Las Hijas d'El Cid".
     Casou em primeira núpcias com Maria Rodriguez - filha de El Cid; em segundas com Almodis; e em terceiras com Dulce I, condessa da Provença.
     De seu último matrimônio nasceu Ramón Berenguer IV, que herdou a atual Catalunha, na qual foi unida com Aragão, pelo seu casamento com Petronila, herdeira d'aquele reino (trisavós de Dom Dinis).
A seguir, cena final do mencionado filme:


IMPERADOR CARLOS MAGNO
     Rei dos Francos, e Imperador Romano-Germânico. Undecavô de Dom Afonso Henriques. Antepassado em 36 gerações de Modestino Pereira Nunes.
     Nasceu por volta do ano de 742, filho do rei Pepino, o Breve, e da rainha Bertha de Laon.
     Governou grande parte da Europa Central.

AKA MAKHIR BEN HABIB DAVID
     Da descendência do Rei David, possivelmente 52ª gerações após o rei bíblico, é antepassado de Modestino Pereira Nunes (bisavô de Marcell Castro) na 38ª geração.
     Decavô do rei Afonso V de Leão, que por sua vez é trisavô de Dom Afonso Henriques, este tetravô de Dom Afonso Sanches, este hexavô de Vasco Fernandes Coutinho, tetravô de Lucrécia Viegas Coutinho, que é trisavó de Leocádia Pereira Nunes, esta avó de Modestino Pereira Nunes - primeiro contador de Barra Mansa.
     Aka Makhir, filho de Habib ben Natronai, judeu da linhagem do Rei David, morava no Iraque, no século VIII, e foi convidado para ir à França pelo rei dos francos, através de um trato entre este e o califa de Bagdad.
     Casou-se com Aude da França, e residiu em Narbona. Carlos Magno concedeu-lhe benefícios.
     Os motivos da vinda de Aka Makhir, bem como sua vida na França constituem mistérios, e são fontes de lendas.

Família Castro - 
Hermogenes de Castro

HERMOGENES DE CASTRO
     Bisavô de Marcell Castro. Chamado de Guinho, nasceu em Perdões de Lavras - MG em 1899. Terceiro filho de Sinval Odorico de Castro e de Maria Berenice da Silva.
     Casou-se com Laurita Luiza de Castro - filha do Bento José Lopes de Abreu e Idalina Luiza de Jesus.
     Habitou em Ribeirão Vermelho, Andrelândia, Falcão, e veio definitivamente para Barra Mansa, onde seu filho Juca - avô de Marcell Castro já estava.
     Era ferroviário.
     A sua irmã Julieta de Castro Oliveira com o cunhado Elói Oliveira, também vieram à Barra Mansa.

Sinval Odorico de Castro
SINVAL ODORICO DE CASTRO
     Trisavô de Marcell Castro. Nasceu em Perdões de Lavras - MG, em 16 de Março de 1868. Filho primogênito de Hermogenes Protásio de Castro Ballico e de Maria Candida do Amaral.
     Casado com Maria Berenice da Silva. Foi pai de: Marieta, Boanerges, Hermogenes, Maria, Antonieta, Joana, Julieta, Dagmar, Sinval e José.
     Era político, da agremiação local - Partido das Rolinhas. Foi também o primeiro contador de Perdões, e músico como seu pai.

HERMOGENES PROTASIO DE CASTRO BALLICO
     Tetravô de Marcell Castro. Nasceu por volta de 1844, era professor de ensino normal, e de música em Perdões de Lavras - MG. Era chamado de 'Mestre Ballico', e em Perdões há uma extensa rua com o seu nome.
     Casado com Maria Candida do Amaral, foi pai de Sinval e Zozima.
     Com Dona Gabriela foi pai de Otávio de Castro, José de Castro e Abigail de Castro. Também foi pai de Maria Rosalina de Castro.
Mestre Ballico - tetravô de Marcell Castro - , na foto
entre outros músicos de Perdões - MG. Foto: 'Folha Perdões'



Rua Mestre Ballico em
Perdões - MG - Imagem: Google

















Família Lopes de Abreu - 
Bento José
Lopes de Abreu

BENTO JOSÉ LOPES DE ABREU
     Trisavô de Marcell Castro. Nasceu em Ponte da Barca, na antiga província do Minho em Portugal filho de José Lopes de Abreu e Maria Rosa de Abreu por volta de 1852, veio para o Brasil com 18 anos, morou em Juiz de Fora. Na política foi vice-Presidente do Club Democrático 1º de Janeiro.
     Migrou à Ribeirão Vermelho, onde fez parte da agremiação local - Partido dos Gaviões. Foi também negociante, e gerente da Cia Agrícola e Industrial de Minas Gerais.
     Foi casado com Maria, e gerou aos filhos: Izolina, Alberto e Antônio; depois com Idalina Luiza de Jesus (de Candeias - MG) - trisavó de Marcell Castro -, gerou: Bento, José, Laurita Luiza, Rosa, e Josephina.
Ministro João Baptista de Abreu -
Foto: Secretaria de Arquivo do
Senado Federal.


     Seu filho José Bento Lopes de Abreu foi prefeito de Ribeirão Vermelho - MG.
N'aquela cidade há em sua homenagem a Praça Bento de Abreu.

     Seu bisneto João Baptista de Abreu - neto de seu filho Alberto de Abreu -, foi o nono Ministro do Planejamento da história do Brasil, durante o governo do Presidente José Sarney.





Família Paterna - 
Brasão da Família Lugon
     Os avós paternos de Marcell Castro - Sebastião e Maria, vieram de Divino - MG, para Volta Redonda. Sr. Sebastião trabalhou por muitos anos na CSN. E trouxe o pai dele - Simião -, e suas irmãs para morarem em Volta Redonda e Barra Mansa.
     Dorcilina Alves de Oliveira, mãe de Maria, também veio de Minas com alguns filhos, e habitou em Barra Mansa por muitos anos.
     Bisavó Dorcilina, filha de José Elias Lugon, é descendente de suíços da família LUGON.

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